Me Siga

Proibir radares móveis é uma boa ideia?

Júlio Martins

Publicado


Sei que o assunto é polêmico e que existem dezenas de posicionamentos diferentes a respeito e é por isso que faço essa postagem. Espero que possamos discuti-lo aqui e também no Resenhando que volta quinta-feira.

Li no início dessa semana que um deputado está propondo a proibição do uso de radares móveis usados na fiscalização de trânsito. O projeto é de autoria do paulista Antonio Goulart dos Reis (PSD) e tem como principal argumento a favor que os radares móveis favorecem a indústria das multas e não têm caráter educativo. Aliás, esse é um dos argumentos mais utilizados por aqueles que são contrários a esse tipo de recurso usado para coibir os excessos de velocidade.

Quem costuma ler e ouvir o que penso sobre o trânsito sabe que nem precisaria me posicionar nesse caso, mas, como nem todo mundo lê, reforço: não concordo com o parlamentar. Também não condeno quem entende que existe a tal "indústria das multas". Somente não vejo por esse lado. Entendo que só é multado quem comete infração, certo? Caso seja punido por um crime que não cometeu é barbada provar e reverter a situação.

Sim, radares escondidos não são uma demonstração de boas intenções, mas são um recurso encontrado pelos fiscalizadores para pegar os apressadinhos com a boca na botija. Mas daí acabar com eles, acho exagero.

Como disse no início da postagem, faço questão que os amigos deixem sua opinião nos comentários aqui ou até mesmo lá no Facebook, onde compartilharei-a. Respeito todos os posicionamentos, só mantenho minha posição por achar que quem anda dentro da lei e respeita os limites não tem nada a temer, nem radares sinalizados, nem radares escondidos numa curva ou atrás de uma árvore.

Destaques

© 2020 - Júlio Martins