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O que esperar de Eduardo Coudet?

Júlio Martins

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Com a proximidade de uma nova temporada e a chamada "ruptura" prometida pros lados do Beira-Rio, fui pesquisar um pouco mais sobre Eduardo "Chacho" Coudet, futuro técnico do Internacional. Lógico que não tem nada de inédito. Basta jogar o nome dele no Google e muita coisa se resolve. Como jogam as equipes que ele treina, como ele foi como jogador e por aí vai... Então, vou tentar resumir em poucas palavras o que acredito que está por vir. CURTA NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK PARA RECEBER AS NOTÍCIAS PRIMEIRO Acredito que com a chamada carta branca que recebeu da direção do Internacional, se tiver o tempo mínimo para impor seu estilo de trabalho com tranquilidade, Chacho tem tudo para se tornar ídolo colocado como aconteceu com D'Alessandro. Aliás, esta é a principal referência que posso dar aos torcedores: Coudet e D'Ale tem perfis praticamente idênticos. De vibração, intensidade e até de expulsões. Os times treinados por ele têm uma característica ofensiva, o que justifica o termo ruptura estar sendo tão usado pela imprensa. Diferente do jeito de jogar que o torcedor se acostumou (mesmo a contragosto) nos tempos de Odair, o novo técnico propõe uma equipe aguerrida sim, mas propondo o jogo, marcando em cima, atacando até conseguir o resultado. É verdade que como outros tantos, sempre que conquista este resultado ele trata de se resguardar e com alguma frequência troca um atacante por um zagueiro nos minutos finais. Faz parte, inclusive. Resumindo, assim como a maioria dos que acompanham o futebol no dia a dia, estou curioso para ver o "Inter de Coudet" em campo, principalmente porque o momento do futebol brasileiro permite esse tipo de ousadia. Abrir as portas para técnicos de outros países, com conceitos diferentes é uma forma de se evoluir também. Mas repito o que disse no começo da postagem: deem tempo pro cara trabalhar. Soluções do dia pra noite nem o Guardiola traria. No vídeo abaixo é possível conhecer melhor o "estilo Coudet".

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