A discórdia gerada por Benítez no Grêmio

A discórdia gerada por Benítez no Grêmio

Trazido no início da temporada como um dos principais reforços do Grêmio, o meia Benítez virou motivo de discórdia e queda de braço na Arena. Titular em alguns jogos nos tempos de Vagner Mancini, o argentino foi “arquivado” por Roger Machado e atuou menos que o tempo de uma partida com a camisa tricolor desde então. Talvez pelo pouco que conseguiu entregar até agora, talvez porque o novo técnico encontrou uma escalação mais adequada para o momento, ele sequer aparece entre as cinco opções de troca há alguns jogos. Mas ao que tudo indica isso deve mudar a partir de amanhã, quando o Grêmio recebe o Guarani em busca da primeira vitória na Série B.

Mas por que discórdia? Simples, quem viu a coletiva do presidente Romildo na terça à tarde ouviu um dezena de vez o nome do meia e que ele é opção para a temporada, ainda que algumas fontes tenham cogitado até uma saída precoce. Não que ele seja a solução dos problemas, nem que seja craque como alguns entendem que eu defenda, mas Benítez em campo é sim uma opção para uma assistência, para uma metida de bola que coloque Ferreira, Diego Souza ou qualquer outro atacante na cara do gol. Se ele não marca tanto quanto outros, que essa tarefa recaia sobre um jogador mais jovem então.

A verdade é que amanhã na Arena ou o Grêmio será o time de Roger ou será o time do presidente. Se começar no banco será o time do técnico, se começar jogador o vencedor da queda de braço será Romildo, mas uma coisa é certa: amanhã tem Benítez em campo e nisso eu aposto aquele tradicional cafezinho.

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